TED TALK: Os quatro Mandamentos das Cidades

terça-feira, 26 de julho de 2016

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Violação do Direito ao esporte e à cidade - Dica de leitura

sábado, 23 de julho de 2016

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sexta-feira, 22 de julho de 2016

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Olimpíadas 2016 - O que o Rio não quer que você veja

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Cap 08. Reforma Urbana: conceitos, protagonistas e história.

terça-feira, 12 de julho de 2016

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          Iniciando este capitulo o autor faz questão de mencionar a Reforma Passos idealizada pelo então presidente Rodrigues Alves Pereira Passos no começo do século XX no Rio de Janeiro. A reforma urbanística incluía o alargamento de ruas para estar devidamente adaptada aos carros, criação de teatros, praças e higienização realizada pelo médico Oswaldo Cruz. Esta reforma, que foi inspirada na reforma urbanística feita em Paris nada tem a ver, segundo o autor, com a reforma urbana tanto almejada. 
          Na tentativa de criar a belle époque tropical foram desativados e derrubados os cortiços que ficavam no lugar em que deveria passar as avenidas. Acredita-se que cerca de 1.600 prédios foram demolidos e os desabrigados na sua totalidade pobres e negros tiveram que se deslocar para as periferias da cidade e o morro da Providência criando assim as primeiras favelas do Rio de Janeiro. Se nos cortiços sofria-se com as doenças e a falta de higiene, no morro as coisas só pioraram com a falta de saneamento e assistência social. 
          Essa contextualização histórica é muito importante para começar a entender o surgimento da estrutura da malha urbana que se tomou no Rio de Janeiro e que continua até hoje. Mas o objetivo do autor aqui foi mostrar o que não pode ser chamado de Reforma Urbana. 
          A Reforma Urbana possui objetivos específicos, sendo eles, a diminuição da disparidade social e segregação residencial, coibir a especulação imobiliária e democratizar o planejamento e a gestão do espaço. Enquanto a Reforma Urbanística tenta modernizar a cidade e deixa-la atraente, a reforma urbana tem que pensar em favor de todos os envolvidos, criando uma intervenção inclusiva e justa pra garantir o bem estar para as classes.
          Não se pode negar que a reforma trouxe melhorias significativas na modernização e saneamento da cidade mas como diz Luiz Guilherme Rivera de Castro, professor de arquitetura e urbanismo da Universidade Mackenzie, “Não se trata de negar as necessidades de saúde pública ou de criação de ambientes urbanos aprazíveis. Mas, por outro lado, creio que não se pode louvar essas intervenções justificando os danos colaterais provocados como se fossem questões de menor importância”. 

Cap. 06 O que devemos entender por desenvolvimento urbano ?

segunda-feira, 11 de julho de 2016

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Neste capitulo o autor faz observações acerca das características das cidades a medida que "começam" ( não está ela desenvolvendo-se a todo momento ? ) a se desenvolver e os problemas que surgem junto com esse desenvolvimento quase de forma inevitável.

          O desenvolvimento econômico é citado como uma combinação de crescimento econômico e modernização tecnológica e que de acordo com o senso comum essas duas coisas acabam gerando benefícios a população com impactos diretos nos indicadores sociais. Entretanto, o autor afirma que o desenvolvimento econômico por si só não gera benefícios sociais automaticamente, sendo necessário o sistema político através de programas sociais, engajamento civil e valores culturais trabalharem juntos neste propósito. Por isso, diversos fatores geopolíticos e econômicos são responsáveis pela caracterização da sociedade que está emaranhada de complexos sistemas culturais e políticos que resistem a transformação tecnológica de certo lugar.
       
         O autor critica o chamado "desenvolvimento"quando ele está associado apenas a números e dados quem nem sempre refletem a qualidade de vida da população. É bem comum tanto em trabalhos acadêmicos ou discursos políticos a falácia sobre como a cidade x " está se desenvolvendo como nunca " já que o PIB aumentou tantos por cento desde os últimos 4 anos e o salário das pessoas também cresceu, ou quantas moradias foram construídas por político tal, mas a verdade se esconde por trás de outros números muitas vezes deixados de fora desses discursos. A verdade muitas vezes se esconde no IDH daquela região, na quantidade de empregos e desempregados, no valor da cesta básica, nos tipos e qualidade de transporte coletivos disponíveis, entre outros.
 
          Esse desenvolvimento usados nas propagandas muitas vezes fere o bom senso por não considerar o desenvolvimento socioespacial na e da cidade. Não faz sentido considerar como desenvolvido um lugar que apresentam tantas injustiças sociais e disparidades econômicas no seio da população. Pode-se até chamar de crescimento urbano mas não poderá ser considerado um autêntico desenvolvimento urbano uma vez que a distribuição espacial ainda reflete injustiças e discriminação.

         

 

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